A água: o nutriente da vida

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Antes de pensar em beber uma coca-cola ou um copo de vinho, pondere seriamente e ingira uma garrafa de água.

Os vómitos e a diarreia, obrigam à recomposição dos fluidos, dos electrólitos e minerais e, são o factor mais comum de que se encontra desidratada. A água compõe cerca de 60%, do peso total do nosso corpo humano. É ela que ajuda a manter a temperatura do nosso corpo, sendo responsável pelos movimentos dos nutrientes, digestão, processos de absorção, circulação e excreção dos refugos, tal como pela transmissão de luz e som, pelos olhos e ouvidos. E se a água não é ingerida, o que acontece?

Todos os dias perdemos fluídos, através de excreção, respiração, reacções químicas, transpiração, e pela ingestão de grandes proteínas. Durante os períodos de desidratação, a temperatura do corpo e os batimentos cardicos aumentam. A ideia é prevenir o corpo, estimulando-o, antes que a desidratação propriamente dita, ataque drasticamente.

Uma baixa ingestão de fluidos, alta ingestão de sódio ou a ingestão excessiva de cafeína, álcool ou outras substâncias, poderá desencadear várias respostas hormonais, fixando-se as mesmas no armazenamento suplementar de líquidos aptos, para a nossa sobrevivência. Quando se aumenta a ingestão de água, ocorrerá uma perda da massa da água excessiva, provocada pela escassa ingestão anterior do nutriente água.

Estes sucessivos desequilíbrios originam graves problemas, na estrutura do nosso metabolismo. Se tomar cerca de 8 a 10 copos de água diários, poderá aos poucos vir a estabelecer novamente o equilíbrio. Se beber água gelada, melhor ainda., pois esta entra com muito mais facilidade no intestino delgado.

As bebidas energéticas são, actualmente muito utilizadas durante os exercícios. Estas não devem ser ingeridas, antes do final do exercício, pois o seu verdadeiro valor, é apenas verificado quando os mesmos exercícios terminam. Os seus componentes minerais e de electróliticos, diminuem a taxa de absorção dos fluidos necessários, durante a prática do exercício.

A nossa sensação de sede, é provocada a partir do sódio, um eletrolítico que obriga à retenção dos fluídos. Estando a pessoa activa ou não, sente-se com o passar do tempo uma sensação de redução gradual dos fluidos do sangue, originada a partir de reacções químicas. Os fluidos perdem-se e o sódio permanece. Quando a concentração de sódio, atinge um certo nível, o cérebro é accionado para provocar o efeito de sede.

Assim, fica a saber qual o procedimento do seu corpo, sempre que sentir a sua boca seca. Antes de pensar em beber uma coca-cola ou um copo de vinho, pondere seriamente e ingira uma garrafa de água. Aliás uma não basta, o conveniente será um litro… no mínimo.

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