Otimismo e Depressão, os extremos que habitam a nossa alma

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Otimismo e Depressão, os extremos que habitam a nossa alma
Otimismo e Depressão, os extremos que habitam a nossa alma

Percebam como estes dois estados, otimismo e depressão, são pontos extremos que habitam a alma humana. Percebam como esses estados retratam dois lados nossos.

Otimismo e depressão

  • Otimismo: Confiança, esperança, entusiasmo, animo (do latim animus, alma, coragem, disposição).
  • Depressão: um lugar baixo, pequena cavidade, do latim depressus, abatido, aterrado.

Imaginemos duas pessoas, o Sr. Otimista e a Sra. Depressão.

  • O Sr. Otimista está feliz e motivado, astral elevado, frequência (eletromagnética) vibratória alta e, portanto, curta e rápida.
  • Já a Sra. Depressão está desmotivada, de baixo astral e, portanto, sua frequência vibratória está baixa e, portanto, lenta e longa. Neste estado há letargia e tudo segue em ritmo lento, nada se resolve rapidamente.

Esses dois seres habitam nosso interior e muitas vezes oscilamos entre um e o outro. Ocorre que, em muitas pessoas, há uma predisposição para uma sintonia com sentimentos que nos levam a estados de tristeza, irritação, raiva, medo ou desesperança.

Essa sintonia pode também estar associada a vaidade e a vergonha (já tratamos desse tema aqui – Vaidade & Vergonha), a relacionamentos, a família, ao trabalho, a política, economia, entre tantos outros fatores…

São padrões registrados em nossos cérebros, que nos fazem olhar para aspectos negativos da vida e permanecer os ruminando.

Este é o nosso lado sombrio dando as cartas, guiando as nossas vidas, em direção ao fundo do poço. Todos nós temos esse lado, alguns mais, outros menos. Contudo, alguns tem essa influência de forma tão acentuada, que se tornam depressivas. Também há casos onde começaram a cavar seus poços, após um fato que levou a uma forma de estresse, uma perda, um fracasso, um rompimento, um fato decepcionante, e, depois, não encontram o caminho de volta.

Elas acabam entrando num estado de escuridão, onde nada FAZ sentido, exatamente porque, neste estado, nada pode SER sentido, a produção de neurotransmissores, que levam a sensações de bem-estar é afetada.

Independente do grau de desequilíbrio (alguns necessitando de ajuda médica ou terapêutica), o melhor caminho é a tomada de consciência e atitudes, ais quais podem ser organizadas em três passos:

  1. Tenha consciência sobre o que desencadeou esse estado
  2. Aceite essa experiência como algo que a fortalecerá, resultando em resiliência, afinal, como diria Fernando Pessoa, “tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”
  3. Buscar caminhos para sair da sintonia com esse lado obscuro da personalidade humana e sintonizar com o seu lado iluminado, com coisas belas, alegres, positivas – dance, movimente-se, assista a uma comédia, e não permita que a mente faça você pensar naquilo a toda hora, pois ela tentará!

Isso vale até mesmo para aqueles pequenos acontecimentos que nos tiram a paz e a alegria de viver, com exemplos já citados. E agora mais três dicas:

  1. Perceba as experiências tristes, difíceis, desestimuladoras com certo distanciamento, não é possível superarmos esses fatores, quando mergulhados nos sentimentos que eles provocam
  2. Eles podem indicar coisas que pode fazer para melhorar as suas vidas e a dos demais, podem servir de motivação, podem ser verdadeiros desafios e dar mais tempero as nossas vidas
  3. Neste momento você já começa a sair deste estado de mera preocupação ou pequena tristeza, mesmo que já se desceu mais fundo, perceberá a diferença. Agora escreva, sim escreva, desenhe, planeje o que é necessário fazer para virar esse jogo

Essa fase de planejamento é muito importante, pois é quando uma nova realidade começa a ser criada, a alma começa a se animar, vem a motivação e, então, a esperança renasce. Estar otimista em relação a tudo na vida, depende do nosso olhar, da nossa percepção e da opção por transformar essas oportunidades em estratégias para o Em-Grande-Ser humano.

A prática desse exercício leva a entrar e sair desses estados de “desanimo” cada vez mais rápido e, aos poucos, a Felicidade Sustentável vai se instalando em nosso Ser.

www.felicidadesustentavel.com
Dra. Ivana Ribeiro

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