O verdadeiro profissional num país socialista

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Anedota - só para rir
Anedota - só para rir

O director de uma importante companhia, desconfiado com a mudança de atitude de um de seus altos executivos, contrata um detective profissional para esclarecer a situação.

– Quero que siga o Dr. Meireles durante toda a semana. Quero ter a certeza absoluta de que ele não está metido em algo duvidoso! Uma semana depois, o detective apresenta-se com a missão cumprida e lê o seu relatório:

– Todos os dias da semana, o Dr. Meireles sai ao meio-dia do trabalho, apanha o seu carro, vai a sua casa almoçar, depois faz amor com sua mulher, fuma um de seus excelentes charutos e volta p’ró trabalho!

– Muito bem. Fico aliviado. Obrigado. Pode apresentar a sua factura à minha secretária, e até à próxima.

– Importa-se que o trate por tu durante trinta segundos, senhor Director?

– Não, claro que não.

– Posso ler o relatório novamente?

– Faz favor.

– Todos os dias da semana, o Dr. Meireles sai ao meio-dia do trabalho, apanha o teu carro, vai a tua casa almoçar, depois faz amor com tua mulher, fuma um dos teus charutos e volta p’ró trabalho!

Num país socialista, que necessitava de mão de obra, foi decretada uma lei que obrigava todos os casais, num prazo de cinco anos de casados, a terem no mínimo cinco filhos. Se nesse espaço de tempo o casal não conseguisse ter algum filho, o governo destacava um ‘agente’ para auxiliar o casal. Assim, presenciamos o seguinte diálogo entre o casal:
– Querido, hoje completamos cinco anos de casados…
– Mas infelizmente não tivemos nenhum filho.
– Será que vão enviar o tal agente?
– Não sei…
– E se ele vier?
– Bem, eu lavo as minha mãos… E saiu para o trabalho. Logo após a saída do marido, batem à porta. A mulher abre e dá de caras com um homem. Era um fotógrafo que se tinha enganado na morada.
– Bom dia, eu sou…
– Pode entrar, eu já sei…
– O seu marido está?
– Não, já foi trabalhar.
– Presumo que ele esteja a par.
– Está sim, e concorda.
– Óptimo, então vamos começar.
– Já? Assim tão rápido?
– Sim, tenho que visitar seis casais ainda hoje.
– Epá, e o senhor aguenta?
– Claro que sim, estou preparado, e isto dá-me muito prazer.
– Então, como fazemos?
– Permita-me sugerir, uma no quarto, duas no tapete, três no sofá, uma no corredor e uma última na casa de banho.
– Bolas! Não é muito?
– Minha senhora, nem o melhor artista da minha profissão se satisfaz na primeira tentativa.
– O senhor já visitou alguma casa deste bairro?
– Não, mas trouxe umas amostras do meu trabalho. (mostra-lhe umas fotos de bebes)
– Foi mesmo o senhor que fez?
– Sim, veja este aqui, foi feito na porta de um supermercado.
– Ena! Não lhe parece um tanto público?
– Sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade…
– Eu não teria tanta coragem.
– Esta foi em cima de um comboio.
– Que horror!
– Foi um dos serviços mais duros que já fiz…
– Imagino!
– Veja esta, foi feita num parque de diversões em pleno inverno.
– Credo! Como é que pôde?
– Não foi fácil, não bastava a neve a cair que ainda havia uma multidão à nossa volta. Se não fosse a ajuda dos policias para tirar a multidão de cima de nós, não teria conseguido acabar. Bem, vamos ao trabalho. A senhora por favor ajuda-me a montar o meu aparelho no tripé?
– Como?
– Sim, é preciso, pois é enorme, quando pronto mede um metro. A mulher desmaiou…

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