A luta pelo direito sufragista pelas mulheres

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A luta pelo direito sufragista pelas mulheres
A luta pelo direito sufragista pelas mulheres

A luta pelo direito sufragista pelas mulheres, tempos houve em que as mulheres lutaram apenas pelo direito de colocarem uma cruz num pedacinho de papel…

É por isso muitas foram feridas, maltratadas e viram as suas vidas destruídas. Mas não pararam. Hoje são parte da História, e nelas muitas mulheres ainda se reveem, deviam rever.

A luta pelo direito sufragista pelas mulheres

Comecemos pelo direito ao voto, que em Portugal só foi conquistado em 1931, mas apenas poderia ser efectuado por mulheres com estudos secundários (calculam-se quantas), ao passo que para o homem bastava saber ler e escrever. Em 1968 é conquistado o direito à igualdade de voto para todos os alfabetizados, excepto nas eleições autárquicas, para as quais apenas votavam os chefes de família. O sufrágio universal apenas surgiu em 1975, um direito conquistado nos EUA, pela primeira vez, em 1919.

A luta dos operários no século XIX foi o grande motor para o início das reivindicações das mulheres em busca de direitos. O sufrágio universal foi uma das principais conquistas dos homens da classe trabalhadora. Tal conquista não incluía o sufrágio feminino, o que gerou uma mobilização de dois milhões de mulheres, que tornaram a batalha um dos movimentos políticos de massa de maior significado no século XX.

A luta pelo sufrágio e a ordenação dos direitos das mulheres caminhara lado a lado. Em Julho de 1848, em Nova Iorque, decorre a primeira Convenção dos Direitos das Mulheres, cujas organizadoras foram vítimas de agressões físicas e acusadas de agitação e bêbedas. Em 1869 é criada a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres e nesse mesmo ano as mulheres do Wyoming já puderam votar.

Na Inglaterra, a luta pelo direito de voto, processou-se de forma semelhante à americana, tendo, no entanto, revestido-se na etapa final de características mais violentas. Em 1913,

Por volta de 1913, as sufragistas inglesas estão dividas entre “pacifistas” e as “suffragettes”, que atuam de forma cada vez mais radical, com actos de danos a propriedades e bens materiais, como forma de chamar atenção. O direito ao voto apenas foi alcançado em 1928, após um processo de luta que se estendeu por mais de seis décadas.

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