A história de um mágico: David Cooperfield

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David Cooperfield
David Cooperfield

O símbolo da magia mundial está em Portugal, para um conjunto de espectáculos no Pavilhão Atlântico. Conheça a história do menino de New Jersey…

David Cooperfield é o nome mais sonante e enigmático da magia mundial. Críticos e o público em geral teceram-lhe inúmeros elogios, desde o início da sua carreira, dignos de um mestre e de um rei da arte da magia. Os seus espectáculos não são apenas pura magia. Para lá dos surpreendentes dotes de ilusão, há todo um conjunto de componentes intrínsecas ao show que apelam à interpretação, ao suspense e ao mistério.

David Cooperfield

O expoente máximo do ilusionismo nasceu em Metuchen (New Jersey), em Setembro de 1956. A sua infância foi igual à de tantas outras crianças, mas aos 11 anos já David Cooperfield era uma pequena vedeta com os seus truques de magia, fascinando todos os seus amigos e colegas. Era mesmo habitual animar as festas com os seus truques, e já nesta altura cobrava cerca de 5 dólares pelos seus espectáculos.

O facto de ser filho de um casal de imigrantes russos, em nada impediu que David Cooperfield se tornasse o membro mais jovem da Sociedade Americana de artistas desta especialização. David Cooperfield acabaria mesmo por oferecer os seus dotes ilusionistas na Universidade de New York, em Manhattan.

Nunca expondo muito a sua vida particular, David Cooperfield manteve sempre a mesma postura e profissionalismo com que de início habituou o seu fiel público. A única coisa que se sabe é o seu envolvimento com a conhecida top model, Claudia Schiffer. Para além disso, o ilusionista sempre soube manter a descrição nem sempre habitual nas grandes vedetas.

Trabalhou na Broadway, palco por onde tantos homens e mulheres sonham passar um dia, e fez um musical no qual realizou todos os momentos de magia que o mesmo englobava. Este seria o ponto de partida para que nascesse David Cooperfield, o maior simbolo do ilusionismo de sempre. Neste momento nascia um verdadeiro criador de ilusões e sonhos momentâneos, que o público aplaudiu num ápice.

Todos os truques de magia realizados e elaborados nos seus espectáculos são da autoria de David Cooperfield, e o factor surpresa é uma das maiores preocupações deste artista. Aliás, nos seis espectáculos que presenteiam Lisboa, David Cooperfield demonstrou como se fazem desaparecer 13 pessoas e tantos outros truques envolvendo caixas, assistentes, cartas e momentos de levitação.

David Cooperfield bombardeou a essência da tradição desta área, chegando ao ponto de declarar a sua maior ambição: Voar. Dotado de perfeccionismo, profissionalismo, surpresa e de uma mistura de factos inimagináveis, os espectáculos de David Cooperfield envolvem mais de 50 pessoas que colaboram em todo este ambiente de irrealidade. A Portugal chegaram também mais de 10 camiões e cerca de 150 toneladas de equipamento técnico, para os seis espectáculos previstos entre nós.

Por ano, julga-se que David Cooperfield realize por volta de 500 actuações. Trabalhando em média 11 horas por dia, o maior ilusionista de sempre prima pela capacidade de transformar os seus espectáculos em momentos inesquecíveis e que lhe valem um rendimento exurbitante.

Espera-se que a sua breve passagem por Portugal entre 14 a 17 de Junho, e mais os dois dias que constam do programa para passear pela capital, possam preencher e ir além de todos os limites da realidade jamais transponível. O Pavilhão Atlântico abriu as portas a este ainda jovem ilusionista, mas que exibe já um curriculo invejável. David Cooperfield ocupa hoje o trono do reino da magia e, como nunca se sabe até onde a ilusão nos pode levar, acredite que no seu reino pode mesmo confundir a verdade com a mentira.

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