Adolescer é fácil, #só que não! de Catarina Furtado

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Adolescer é fácil, #só que não!
Adolescer é fácil, #só que não!

Adolescer é fácil, #só que não! A vida é feita de mudanças, sobressaltos, desafios, todos os dias e em todas as idades. Mas, acredita, a adolescência é mesmo a fase mais incrível da tua vida!

A criança que já foste ficou lá bem atrás e o mundo que se abre agora à tua frente é de liberdade, de escolhas e de futuro.

Adolescer é fácil, #só que não!

Neste livro, falarei um pouco de mim, sim. Mas falarei sobretudo para ti. Quero ajudar-te a voltares o espelho na tua direção para que te vejas por dentro e por fora, no teu mundo e no mundo dos outros.

Para que te conheças verdadeiramente, de coração, corpo e alma. E possas também vir a deixar uma marca incrivelmente inspiradora, empática, positiva na vida dos outros.

“Adolescer é fácil!”, parece à primeira vista. Só que não – eu sei. Vejo-o na Associação Corações Com Coroa, que presido, nas muitas escolas por onde passo, na minha própria casa.

Vivo rodeada de jovens, “estagiá[email protected]” do mundo, [email protected] à prova constantemente. Com as suas dúvidas, angústias, persistência e coragem. O amanhã são eles e também és tu. 

Recebe este livro, escrito pelas minhas mãos diretamente para o teu coração. 
E voa. Voa, como só tu saberás fazer.

PREFÁCIO DE RICARDO ARAÚJO PEREIRA 

Se, quando eu era adolescente, me tivessem dito que a Catarina Furtado queria ser minha amiga, o mais provável é que eu tivesse dito: “Estou a ter um acidente cardiovascular. Chamem alguém, por favor.” As novas gerações de adolescentes têm uma sorte que eu não tive.

O que a Catarina faz neste livro é um exercício de generosidade. O primeiro gesto generoso é tentar ajudar pessoas que estão numa fase da vida que é confusa e turbulenta. O segundo é nunca se esquecer de se colocar no lugar daqueles aos quais se dirige.

Nenhuma dessas tarefas é fácil. Pôr-se no lugar do outro é difícil. Mesmo quando já fomos o outro. Logo no início do livro há uma frase surpreendente: “A minha adolescência foi como a tua”.

Eu, que sou possuidor de uma imaturidade fulgurante, penso muitas vezes que continuo a viver uma espécie de adolescência tardia, e por isso senti-me acompanhado: se isto é difícil até para a Catarina Furtado, em princípio é normal que seja difícil para toda a gente. Estamos juntos n a dificuldade, o que torna a dificuldade um bocadinho mais leve. 

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