Pela diversidade, contra a discriminação

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Este ano, no âmbito da Campanha do Pirilampo Mágico, da FENACERCI (Federação Nacional das Cooperativas de Solidariedade Social) e da RDP – Antena 1, a Campanha Europeia “Pela Diversidade. Contra a Discriminação” distribui folhetos informativos com o objectivo de levar à Comunidade a mensagem sobre as novas directivas da União Europeia que proíbem a discriminação em razão da raça ou origem étnica, religião ou crença, idade, deficiência e orientação sexual.

Pela diversidade, contra a discriminação

A participação na Campanha do Pirilampo Mágico faz parte de um programa de acção informativo de cinco anos, que foi lançado a 16 de Junho de 2003 pela Comissária Europeia Anna Diamantopoulou e que este ano incide na discriminação no trabalho, destinando-se a informar empregadores e empregados sobre os seus novos direitos e obrigações conforme previsto pelas duas directivas europeias sobre igualdade de tratamento no local de trabalho.

O folheto da campanha que este ano vai ser distribuído em conjunto com o Pirilampo Mágico apresenta a discriminação no local de trabalho levada ao extremo, mostrando um ambiente de trabalho onde manequins “crash test dummies” se atarefam em trabalhos rotineiros de escritório. Todos idênticos e sem quaisquer traços distintivos, com a legenda “As nossas diferenças fazem a diferença”

A Campanha anti-discriminação recebeu prioridade máxima após a publicação de um estudo do Eurobarómetro em 2003 que mostra que apesar da maioria dos entrevistados ser contrária à discriminação estes mostram-se pessimistas relativamente à opinião dos seus co-cidadãos europeus, e se confrontados com a discriminação, apenas uma minoria está consciente dos seus direitos.

A campanha compreende medidas pan-europeias e nacionais desenvolvidas em estreita colaboração com parceiros dos Estados Membros envolvidos no combate à discriminação (autoridades nacionais, parceiros sociais e ONGs).

As medidas nacionais são delineadas por grupos de trabalho nacionais por forma a garantir que o seu design e conteúdo vai ao encontro das necessidades específicas de cada país e que as pessoas que representam os interesses dos grupos alvo participam activamente no desenvolvimento da campanha.

Os membros dos grupos de trabalho nacionais incluem organizações não governamentais (ONGs), bem como representantes de ministérios e parceiros sociais, uma vez que o segundo ano da campanha volta a ter especial enfoque no combate à discriminação no trabalho.

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