Segundo alguns cientistas, a gordura corporal desempenha um papel importante no funcionamento do corpo, tendo subido mesmo à categoria de órgão, ficando para trás a denominação de tecido excessivo.
Estimativas apontam para que 30 a 40% da população portuguesa tenha excesso de peso, uma situação que já foi considerada como preocupante, sendo que uma grande parte dos que se inserem nestes números são jovens.
No entanto, a ideia de que a gordura é apenas algo de inestético e não passa de tecido humano excessivo foi recentemente desmistificada por um grupo de cientistas ingleses, que descobriram que a gordura funciona como um órgão semelhante ao fÃgado.
A gordura está associada à protecção dos ossos e dos órgãos, ao sistema imunológico, regulação de hormonas e mesmo à administração do sistema reprodutivo da mulher. É ainda a responsável pela produção de uma hormona bastante importante designada como leptina, cuja função é comunicar com o cérebro, levando informações a este sobre os nÃveis energéticos do corpo. Esta hormona é o toque de campainha para o corpo se aperceber que necessita de alimento ou que já está saciado.
Mas não se ficam por aqui as funções da leptina, que tem outro papel importante no combate à s infecções, uma vez que pertence à famÃlia das moléculas citoquinas, reguladoras do sistema imunológico. Quando o corpo é infectado estas moléculas reagem invadindo o organismo e accionam as suas defesas, agindo sobre o apetite e levando o corpo a usar toda a sua energia no combate à infecção.
E a gordura actua também ao nÃvel do processo de reprodução. Uma mulher extremamente magra tem problemas variados com a menstruação e com o sistema reprodutivo, pela falta de energia que sente. Uma mulher com os nÃveis correctos de gordura tem mais probabilidades de desenvolver uma gravidez saudável.
Desta forma fica provado que a gordura é essencial à vida mas continuam os receios em relação ao excesso de peso, responsável pelo elevado número de mortes provocadas por problemas cardÃacos.
A gordura em excesso resulta de um desequilÃbrio entre a energia que se gasta e aquilo que é consumido. Desse desequilÃbrio resulta uma reserva que aparece sob a forma de gordura ou tecido adiposo. Os hábitos alimentares, mais virados para as comidas rápidas e com muitas calorias, as doses industriais que são consumidas e os excessos alcoólicos e açucarados, a que se junta o cada vez maior sedentarismo, traçam um quadro muito negro para o futuro da humanidade.













NAMORO A QUASE 3 ANOS E SEMPRE QUE TENHO RELAÇÃO SEXUAL COM MEU NAMORADO,DEPOIS DA RELAÇÃO OU NO ...
a melhor coisa é vc voltar no seu ginecologista .
adoro este livro, ajudou-me imenso na faculdade. será que me podiam enviar o doc para impressao? ...