EgÃpcios, gregos, chineses, indianos e incas usavam o poder das cores para o alÃvio dos seus males. Diz quem sabe que as cores possuem uma linguagem própria, provocando efeitos a nÃvel do sistema nervoso, mas também que emitem vibrações, excitam, acalmam, influenciam humores e energizam. Saber como usufruir destes benefÃcios é como ter em
mãos um instrumento que possibilita a cada um de nós viver com mais harmonia.
A cromoterapia é, sem dúvida, uma forma eficaz de responder a todas estas necessidades. A utilização com fins terapêuticos da natureza da cor, da vibração, por profissionais qualificados para a sua aplicação, leva ao equilÃbrio biológico e energético necessário para obter o que se deseja.
As chamadas medicinas complementares têm, quase todas, algo em comum; utilizam as vibrações, por isso cada vez se torna mais comum o conceito de medicina vibracional.
O que distingue a Cromoterapia das outras terapias resume-se aos sistemas que utiliza. A vibração como meio terapêutico é o efeito condutor e regulador que a cor possui, o que permite conduzir com precisão as suas vibrações e complementá-las com as restantes, melhorando os efeitos das outras terapias com as quais se pode combinar.
A luz é a única constante univerÂsal. Ao ser filtrada obtemos as cores, as quais são capazes de actuar sobre os mecanismos biológicos na forma mais adequada a cada necessidade e com grande eficácia.
A natureza da luz anima a vida; as cores são o reflexo dessa animação e o resultado das reacções e respostas da matéria energética à sua exposição.
Os seres vivos são compostos de sistemas complexos. Somos, sobretudo o ser humano, máquinas de grande precisão e complexidade, pelo que quando meditamos sobre a Natureza, de onde nascemos, simplifica-se bastante o seu estudo.
Cores primárias
No fundo, todos os nossos sistemas biológicos são formados por células e estas comportam-se de forma autónoma e especÃfica, necessitando, para a sua sobrevivência, de dispor de uma renovação dos seus fluidos e da sua substância.
O primeiro que se põe em funcionamento na célula fecundada que, posteriormente, dá forma ao nosso ser, é na vibração, um som, e enquanto este persistir, a vida persiste também.
As células são a base da nossa biologia e portanto da nossa vida, mas necessitamos de renovar os nossos fluidos e de os regenerarmos.
Estes três princÃpios correspondem à s cores primárias – que é o mesmo que dizer que não contêm mistura alguma na sua composição.
As células de cor amarela, que mantêm o seu ritmo vibracional, os seus sons e com ele a ordem e a harmonia no conjunto do ser holÃstico que somos.
Os fluidos de cor azul, que em estado lÃquido transportam a "vida" e em estado gasoso a protegem, são, sem dúvida, o veÃculo necessário para mobilizar a energia, o Chi, no nosso corpo.
A substância de cor vermelha não representa unicamente o sangue mas sim o princÃpio da oxidação base dos nossos processos bioquÃmicos.
Num organismo tão evoluÃdo como o ser humano, a necessidade de renovar os fluidos e regenerar a substância, a necessidade de conduzir a energia e a matéria energética, que se encontra no exterior do nosso corpo até à s células, deu origem a complexos sistemas orgânicos que também podem compreender-se facilmente.
Compensar para equilibrar
A Natureza mostra-nos com os seus exemplos constantes quais são as cores que alimentam, purificam, sustém ou reflectem o nosso estado e as necessidades que devemos satisfazer.
Os verdes, as cores frescas, são a expressão da purificação; limpam o nosso organismo, facilitando a renovação dos nossos fluidos. Portanto, quanto menor for a ingestão dos alimentos desta cor, maior é a necessidade de utilizar os filtros de cromoterapia de cor verde, para limpar o nosso organismo e facilitar as suas condições de higiene.
Os laranjas e as cores quentes em geral, como os citrinos, são a representação da quÃmica orgânica, tanto dos animais como de plantas. As frutas são alimentos ricos em vitaminas, dão-nos vitalidade e facilitam as reacções quÃmicas que o nosso organismo precisa, pelo que, quanto menor for a quantidade de fruta ingerida, maior é a necessidade de utilizar essa cor através da cromoterapia, para revitalizar os nossos tecidos.
As cores violeta não se encontram aparentemente de forma abundante na Natureza, o mesmo ocorre com os oligoelementos, que não se vêem à vista desarmada mas estão presentes em todos os processos biológicos.
Os cereais integrais são ricos em oligoelementos e quanto menor for a sua ingestão, maior é a necessidade de compensar a falta com os filtros violetas da cromoterapia, para regular e equilibrar os nossos processos vitais.
Face à s necessidades naturais do organismo, a cromoterapia surge, assim, como um instrumento para compensar as carências e os desequilÃbrios quotidianos, possibilitando uma vida mais harmoniosa. Experimente!
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