É
talvez a mais conhecida das chamadas "terapias holísticas"
ou simplesmente medicinas alternativas. A aromaterapia é uma técnica
100% natural, uma terapia baseada no uso do aroma natural das plantas e frutos
através dos seus óleos essenciais.
Ao contrário do que se pensa relativamente à maioria das novas terapias, esta não se trata de uma moda ou uma novidade desta época pré-milenar cheia de novas alternativas em todos os campos, e em especial na área da terapêutica. A aromaterapia pratica-se há mais de 4 mil anos, desde o antigo Egipto, altura em que era sobejamente conhecida e praticada a então chamada "terapia dos aromas". Os egípcios estudaram e tornaram-se profundos conhecedores de todas as propriedades e técnicas de produção dos óleos essenciais, assim como da eficácia da sua aplicação terapêutica.
À semelhança de muitas outras ciências da antiguidade, estes conhecimentos legados pelos egípcios chegaram até aos dias de hoje, tendo sido ao longo dos tempos devidamente aprofundados, investigados e aperfeiçoados. Hoje em dia conhecem-se todas as propriedades físicas e químicas de cada essência, assim como as respectivas formas de aplicação e capacidade terapêutica. Actualmente, a aromaterapia tem conseguido grande vantagem perante os tratamentos da medicina convencional, uma vez que não apresenta quaisquer efeitos colaterais, ao contrário do que acontece com a grande maioria das drogas sintéticas.
Os
óleos essenciais usados pela aromaterapia são extractos vegetais
voláteis contidos em minúsculas bolsas nas flores, folhas, frutos,
raízes etc. Estes óleos são muitíssimo ricos em
hormonas, vitaminas, substâncias antisépticas, antibióticos
e muitos outros componentes químicos. A quantidade destes óleos
contida em cada planta é mínima, algo como 0,01%, daí que
a sua extracção é difícil e dispendiosa, já
que é necessária uma grande quantidade de matéria prima
para obter uma quantidade mínima de óleo. Estes óleos são,
no fundo, a força vital da planta que, através da aromaterapia,
permitimos que passe para o nosso corpo.
Cada
uma destas substâncias tem características muito próprias,
efeitos terapêuticos distintos e recomendados às mais diferentes
partes e funções do nosso organismo. Os chamados "aromas"
podem ser usados para actuar em diversos campos da nossa vida:
No campo físico, ao promoverem a regeneração das células e estimulando o sistema imunitário, acelerando os processos de cura.
No campo psicológico, ao actuarem sobre o sistema nervoso central combatendo a ansiedade e promovendo uma sensação de bem-estar, melhorando a concentração, a criatividade e o raciocínio.
No campo espiritual, ao garantirem a energia necessária para garantir o nosso equilíbrio energético. Os aromas actuam sobre o chamado "corpo etérico" – a ligação entre o corpo físico e o corpo astral. O corpo etérico, que é no fundo uma manifestação energética, é o grande responsável pelo funcionamento do nosso organismo como um todo.
E como se põe efectivamente em prática a aromaterapia? É mais simples do que pode parecer. Os óleos essenciais são simplesmente usados em banhos de imersão – diluídos na água do banho – em massagens, inalações, nos cosméticos ou mesmo em vaporizadores, quando o objectivo é melhorar um ambiente.
A lista que se segue é uma selecção muitíssimo resumida de alguns dos aromas mais comuns nesta terapia e respectivos problemas e doenças a que são aplicados. Muitos deles são já bastante conhecidos por serem habitualmente usados em infusões – chá – cujas propriedades terapêuticas já são sobejamente conhecidas (como o efeito calmante da camomila, ou o efeito revigorante do jasmim)
Reguladores:
Bergamota: ansiedade, depressão, problemas de pele
Olíbamo: medos, pesadelos, envelhecimento, reumatismo
Gerânio: alterações de humor, problemas associados
à menopausa, úlceras e problemas intestinais.
Rosa: ansiedade,
traumas emocionais, irregularidade menstrual, impaciência
Sedativos:
Camomila: irritabilidade, tensão nervosa, alterações
do fluxo menstrual, problemas associados à menopausa.
Lavanda: ansiedade, insónias, queimaduras, picadas de insecto.
Manjerona: stress, hipertensão, asma, ataques de pânico
Flor de laranjeira: ansiedade, palpitações, deficiência
imonulógica
Sândalo: insegurança, infecções
urinárias, problemas de garganta.
Estimulantes:
Hortelã: fadiga, dificuldade de concentração,
falhas de memória, indigestão, náusea, dores musculares.
Eucalipto: constipações, gripes, infecções,
artrite, bronquites.
Alecrim: falhas de memória, fadiga mental
Árvore do chá:
queimaduras, picadas de insectos, aftas, problemas causados por fungos
Euforizantes:
Esclareia: depressão e stress pré-menstrual
Toranja: cálculos biliares, problemas arteriais
Jasmim: falta de confiança, impotência, frigidez, frieza
emocional.
Flor de damasco: luto, infertilidade feminina, ressaca












]Todas estas imagens são de vestidos de Fátima Lopes?
minha mae comecou a me explorar sexualmente quando eu tinha 6 anos de idade, facilitando esses ab...
por favor indiquem-me mais informações!