4ª Lição: Esta vai ser a lição que vai alcançar a última fronteira do sexo: a imaginação.
Bem vindos à última lição deste curso. se não tem cumprido com as normas, é melhor voltar atrás e recomeçar onde parou. Caso contrário, mmmmm...
Esta vai ser a lição que vai alcançar a última fronteira do sexo: a imaginação.
Tenha em conta que a imaginação nem sempre leva a esse comportamento. Ela é livre e por isso sem quaisquer restrições. Se a sua fantasia é fazer amor mergulhada num banho de caviar, não se vai endividar para o resto da vida, para o fazer.
 
Mas pode sempre imaginar que está lá e arranjar uma maneira que lhe proporcione quase as mesmas sensações. A imaginação ainda não paga impostos, é saudável e muito divertida, especialmente se a partilhar com o(a) companheiro(a).
Se nunca pensou a sério nas suas fantasias sexuais, esta é a sua oportunidade. Pegue na sua "Lista do Amor" e arranje algum tempo esta semana para fazer o seguinte: primeiro, faça uma lista das memórias que pode usar como fantasias sexuais.
Use imagens da vida real, com homens ou mulheres que a(o) fizeram vibrar, estrelas de cinema também contam, afinal isto é uma fantasia. Senão tiver esse tipo de memórias, escreva a descrição do(a) companheiro(a) ideal, com a altura, imagem e roupa perfeita, além da atitude certa. De seguida escreva todas as actividades que gostaria de fazer com o ser eleito.
Quando tiver a lista pronta, pode começar a pensar em novas. No caso de ficar "empanada(o)" com este exercÃcio, aqui fica uma fantasia simples.
Imagine-se vestida(o) com drapejantes roupas, dentro de uma tenda em pleno deserto, debaixo de um céu estrelado com um prÃncipe/princesa a acariciar todo o seu corpo, murmurando palavras de paixão junto da sua orelha... se isto não resultar, terá de ir fazer um check-up bem depressa.
Tenha cuidado para não magoar o parceiro ao listar demasiadas coisas ou caracterÃsticas que sabe que o outro não pode alcançar (se ele é careca, não vai desejar acariciar longas melenas. Ele não tem culpa e você deveria ter-se informado melhor acerca da história capilar dele).
Identificar as fantasias e falar acerca delas (se assim o desejarem) e tentar depois novas coisas tendo em atenção os desejos de ambos que, se calhar, só agora descobriram.
Enriqueça a sua relação alargando a sua capacidade criativa para criar fantasias e observe o seu mundo Ãntimo a florescer.
E agora, desligue o computador, chame o(a) parceiro(a) e ponha tudo isto em prática, já!
-
|2009-12-26 16:08:24 marcia - compulsão sexualsou casada a 25anos, me casei pela oportunidade de não ficar só pq morava sozinha estava carente, apesar dele ter sido meu primeiro homem, eu sempre me senti abandonada sexualmente e só tenho relação quando eu o procuro sou ativa sexualmente e isso me deixa muito angustiada, fiz plásticas lipo melhorei meu corpo faço academia e melhorei minha alto estima me sinto bonita e isso contribuiu p/ que eu passava a ter compulsão sexual e comecei a procurar pessoas na internet p/ fazer amizade e fiquei impressionada com tantos homens querendo me conhecer me elogiando e passei a ter vontade de conhecer outros homens queria saber como seria transar com outro homem só que meu filho descobriu uma mensagem em meu comp e meu marido ficou arrasado pq na mensagem eu falava que tinha gostado de sexo anal e meu marido me deu oportunidade de me separar ou tentar salvar nosso casamento, optei em salvar mas não consigo deixar a internet me sinto muito sozinha sexualmente e gostaria de saber o que fazer,...
-
|2010-01-13 16:02:42 akilysolha acredito que vc deve ter criar momentos para que sua vida sexual ñ se torne uma rotina,para que isso ñ venha acontecer cabe á vc usara sua criatividade,e mostrar seu poder de sedução pq iso todos temos mais temos que manifestalos seja direta faça fantasias realize desejos faça com que aconteça pq vc pode,caso precise conversar me add o meu msn é akilysgato@hotmail.com,foi bom ajudar.
-
|2009-07-27 14:52:29 Júlia - Pois...eu achei interessante!Lamento Francisco, mas acho que o artigo até é interessante! O objectivo é levar as pessoas a desmistificar o sexo e a tornarem-se criativas para evitar a monotonio e sequente desinteresse. O sexo é um instinto animal, como a fome, a sede...etc. Mas o ser humano, como ser inteligente, tornou-o bem mais do que esse instinto primário. No entanto, mesmo para nos alimentarmos, que é uma necessidade básica, usamos a imaginação e a fantasia na cozinha. Um prato bonito, uma mesa bem decorada...tornam a refeição bem mais que a simples satisfação de um instinto animal. E porque não usar o mesmo com o sexo. A imaginação, a fantasia, a libertação de ideias moralistas que ataram a mulher portuguesa ensinada a ser passiva, a olhar como pecaminoso tudo o que saÃa do convencionado como "de uma senhora". Não vejo que este artigo possa fazer mal a um jovem. E que é isso de caminhos doentios no sexo? Doentio é um homem procurar na prostituição a satisfação de desejos que acha doentios e não ...
-
|2009-07-29 13:43:48 amadeuJá é mania considerar a prostituiçáo como algo doentio. Se as mulheres são passivas e moralistas que deve um homem fazer para se libertar sexualmente ?
As prostitutas são mulheres libertas desses falsos pudores e prestam um serviço à comunidade. Aliás as mulheres mais liberais já se aperceberam que podem recorrer ao serviço da prostituição masculina para se realizarem sexualmente.
E viva a prostituição !
-
|2009-07-24 01:08:40 Francisco - Pobres mentes insanasOlá! Apaguei a longa descrição para simplesmente dizer que "desligar o computador e arrancar a correr para saltar para cima ou para baixo de alguém" não é amor, é instinto animal! O amor fantasia de forma pura, não é preciso pensar na vizinha ou tirar o cabelo ou pôr cabelo a alguém que mais lhe agrada, o amor é benigno e quando não o fôr não é amor! Felizmente que escolheu bem as palavras para sugerir fantasias mas posso antever muitas pessoas a seguir o seu conselho e a fantasiar para além dos limites do bom senso! Muita atenção porque há jovens e adolescentes que leem estes artigos e enveredam por caminhos doentios, o sexo é algo para além da compreensão humana, não brinquemos mas especialmente quando nos referirmos a tão bela dádiva da natureza pensarmos se não a estamos a vulgarizar também ( como este artigo ).













